Por que um documentário sobre Deus, e por que agora
Atualizado em 1 de setembro de 2026
Existe um tipo de conversa que quase não acontece mais: aquela em que os dois lados estão realmente tentando entender, e não vencer.
Sobre Deus, então, a coisa piora. De um lado, quem já decidiu que sim e só procura confirmação. Do outro, quem já decidiu que não e só procura motivo de riso. No meio, quase ninguém fazendo o trabalho honesto de olhar para as duas pilhas de evidência e dizer o que encontrou.
O que este filme se propõe a fazer
Pegar os argumentos que sustentam a existência de Deus — o começo do universo, o ajuste fino das constantes, a origem da consciência, a experiência religiosa, o fundamento da moral — e apresentá-los na melhor versão de si mesmos, defendidos por quem realmente acredita neles.
E fazer exatamente o mesmo com os argumentos que os contestam: o sofrimento, a evolução sem projeto, a neurociência da fé, a multiplicidade das religiões, o silêncio.
Sem espantalho. Sem edição maliciosa. Sem trilha sonora dizendo o que você deve sentir.
Por que financiado por quem vai assistir
Porque um filme desses não se paga com anúncio, e um patrocinador com opinião sobre o tema seria o fim da credibilidade antes da primeira palavra.
Se muita gente coloca pouco, o filme não deve nada a ninguém — e pode sair de graça, para qualquer pessoa do mundo.